[mas...mas... eu só queria levar este verniz =\]
Inicialmente - tal como faço com tudo que é nome estranho, em que não sei por que língua optar - decidi afrancesar a coisa, optando por um panisgaszinho "rissssssquê". Porra das porras, ninguém percebia puto do que eu dizia e ainda achavam que eu devia ter algum tipo de deficiência (não que seja algo a refutar, eu cá acho que tenho um cérebro meio handicapé - mas isso é só porque quero mitrar-me ao free parking!). Seguidamente, tendo frustrado a prévia tentativa franco-abichanada, enveredei pela via brejeira do "riiisssshhhhqueê" - coisa nada "bem" de se dizer, claro.
Conclusão risqueniana: tou fodida quanto ao nome. Mais vale apontar e dizer "olhe oh menina, eu quero este!"
Mas não me fico pela "Risqué". O "Andreia" também não é melhor. Não senhora. Aliás, um dos motivos que me impede de adquirir o referido verniz é o de que me sinto um bocadinho guna só de o pedir. Nada contra o nome, atenção! De todo. Aliás, eu não sou a melhor pessoa para falar de nomes. No entanto, e como gaja do Norte que sou, é impossível não me sair um "Ándréiiiiá". Conclusão, de cada vez que pedisse um verniz dessa marca, o espírito guna ia descer em mim e já imagino a cena:
Corset de calças de ganga curtas, acima do tornozelo, sapatilhas da nike brancas (com mola, claro!), colete cor de rosa, top branco "hell kitte", unhas com brilhantes, cabelo loiro-oxigenado amarrado com um tótó verde-ranho e argolas de ouro, a dizer "ooiiiilheee, eu quéro o da ándréia! é leindo!"
Pois, nada bonito.
Logo vi.

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