Gosto que me façam rir.
Gosto que me façam sorrir. Gosto que me façam chorar (quando vale a pena). Gosto que me façam sentir. Gosto quando me fazem mimo no cabelo. Gosto de beijos no pescoço. E na boca. E nas mãos. Onde quiser. Gosto de mãos suaves. Gosto de olhares sinceros. Gosto de sorrisos maliciosos. Gosto de conversas. De boas conversas. Gosto de mensagens no telemóvel. Gosto de comentários no Facebook. Gosto que gostem do que eu gosto. Mas também gosto que gostem do que não gosto. Gosto de surpresas. Das boas. Gosto de ciúmes, mas pouquinho. Gosto de beijos roubados. Gosto de beijos demorados. Gosto de dar a mão quando ninguém está a ver. E quando estão a ver também. Gosto de sussurrar coisas que deixam as pessoas embaraçadas. Gosto de olhar nos olhos. Gosto que façam o mesmo, e que se demorem. Gosto de receber flores. Mas prefiro se a flor for colhida pelo caminho. Porque sim. Porque tinha que ser. Porque me estava irremediavelmente destinada, ao estilo "tem que ser dela". Gosto de pipocas, mas prefiro ver filmes na cama. Gosto de cartas. De e-mails também. Gosto de velas. E de perfumes. Gosto de roxo, de vermelho escuro, de preto, de branco. Gosto da lua. Minto. Adoro-a perdidamente. Gosto do mar. Gosto de rio. Gosto de noites quentes de Verão. Gosto de mistério. Não gosto de mentiras (mas quem gosta?). Gosto de partilhar. Mas não partilho o que é meu. Não gosto de ninguém, mas gosto de gostar. Não gosto de estar sozinha. Felizmente nunca o estou. Gosto dos amigos. Mas gosto mais das amigas (posso falar de tudo). Gosto de mim. E gosto disso.
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