
Às vezes pergunto-me porque é que ainda me importo. Por que raio ainda quero saber... Por que maldito motivo ainda quero saber aquela opinião. A razão por que ainda sinto um murro no estômago com aquelas respostas.
Depois lembro-me que (ainda) tenho uma coisa chamada coração. Isso que me faz escutar o que não interessa, o que me faz mal, mesmo o sabendo. Há dias em que mais valia arrancá-lo, nem que por momentos, só para algumas pessoas. Assim ficava imune... à tristeza, ao nojo, à revolta, ao ódio, à impaciência... a ti.
Há ódios inevitáveis, assim como há relações inevitáveis. Temos pena. Verdadeiramente.
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