O estilo feio-giro assenta-lhe bem.
A música, podia cantá-la ao meu ouvido. Sempre que eu quisesse.
Não tinha que mudar nadinha. Também não seria com ele que me casaria (nem quero essas coisas).
Só tinha que me deixar irremediavelmente apaixonada. Beijar-me, morder-me, sentir-me e mimar-me. Até me fartar, até me cansar (porque tamanho sentimento morre tão depressa quanto nasce).
E assim seria o affair da minha vida (acho que estou a precisar de um). Daqueles que quando nascem já têm a morte anunciada, mas que valem uma vida pelos breves momentos de intensidade que proporcionam. Daqueles de filme. Daqueles que eu gosto.
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